Análise

GP da Holanda 2026 concentra sprint e treino em dois dias

Sexta tem treino livre único e classificação sprint, enquanto sábado reúne a corrida sprint e a classificação que define o grid da prova principal.

Oscar Piastri, em foto de arquivo
Foto de arquivo: JJHowlett / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

O fim de semana do GP da Holanda 2026, válido pelo Mundial de F1, segue o formato sprint: a sexta-feira (21) concentra o único treino livre da categoria e a classificação sprint, que define o grid da corrida curta de sábado. Já o sábado (22) reúne duas sessões decisivas, a corrida sprint e a classificação que monta o grid da prova principal, segundo apuraram ge.globo e Terra Esportes.

O formato sprint reduz o tempo de pista disponível para ajustes de carro. Com apenas um treino livre antes da classificação que já vale posição de largada para a sprint, as equipes têm menos margem para testar configurações e precisam acertar o setup praticamente às cegas, o que costuma abrir espaço para surpresas na tabela de tempos.

A classificação sprint funciona de forma independente da classificação tradicional: define somente o grid da corrida curta de sábado, que distribui pontos aos primeiros colocados mas não interfere na pole da corrida principal. Para isso, é preciso a segunda sessão de classificação, também marcada para o sábado, que organiza o grid de domingo.

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Esse modelo de fim de semana, adotado em rodadas selecionadas do calendário, é usado pela Fórmula 1 para aumentar o número de disputas de ponta a ponta ao longo do GP, sem alterar o formato clássico da corrida principal.

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Arte/A Arquibancada
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Com informações de ge.globo e Terra Esportes.

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