Tiffany rebate decisão da CBV que baniu mulheres trans
A oposta do Osasco chamou a medida de retrocesso e disse que vai contestar a proibição anunciada pela CBV.

A oposta Tiffany Abreu se pronunciou pela primeira vez após a Confederação Brasileira de Vôlei anunciar que mulheres trans não poderão mais disputar competições nacionais a partir da temporada 2026/27. Em suas redes sociais, a atleta do Osasco classificou a decisão como um retrocesso.
Tiffany afirmou que vai tomar todas as medidas possíveis para contestar a resolução da CBV. A jogadora é a principal referência de atletas trans no vôlei brasileiro e teve papel decisivo na abertura do debate sobre inclusão no esporte nacional nos últimos anos.
A mudança de regra da CBV representa uma reversão em relação ao cenário que permitia a participação de Tiffany em competições de elite do país. A entidade ainda não detalhou publicamente os critérios técnicos ou científicos que embasaram a nova norma, que passa a valer já na próxima temporada.
Leia tambémArsenal vence o Chelsea de virada por 2 a 1Com informações de ge.globo e Gazeta Esportiva.
