Análise

City não repõe Haaland mesmo após saída de Marmoush

Clube gastou 458 milhões de libras nesta janela, mas não trouxe uma alternativa direta ao centroavante norueguês.

Etihad Stadium, casa do Manchester City, em foto de arquivo
Foto de arquivo: Cléria De Souza / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

O Manchester City entra na 3ª rodada da Premier League, neste sábado, contra o Coventry City, sem ter resolvido uma lacuna que ficou evidente após a saída de Omar Marmoush. O egípcio deixou o clube rumo ao Tottenham justamente por não aceitar seguir como reserva de Erling Haaland, e a diretoria optou por não contratar ninguém que cumpra essa função no elenco.

A decisão chama atenção pelo volume investido na janela: foram 458 milhões de libras (R$ 3,1 bilhões) em reforços, mas nenhum deles foi direcionado para bancar Haaland em caso de desgaste físico, suspensão ou rotação tática. Na prática, o Manchester City aposta na presença constante do norueguês como titular absoluto do sistema ofensivo.

A ausência de um plano B direto para a posição de referência de área é um risco calculado. Times que disputam simultaneamente Premier League, copas nacionais e competições europeias costumam sofrer desgaste físico no elenco ao longo da temporada, e a falta de um centroavante de características semelhantes pode obrigar o técnico a recorrer a soluções improvisadas, como recuar um meia-atacante ou alterar o desenho da equipe.

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Identidade visual de Manchester City
Arte/A Arquibancada

Com informações de Trivela e CNN Brasil Esporte.

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